Archive for September, 2009

’3′, o novo single da Britney

Saiu hoje nos EUA o novo single da Britney. ’3′ irá promover a sua coletânea comemorativa pelos dez anos de carreira e chega às lojas em novembro.

Confere aí embaixo e arrazan na coreô pra próxima Balada Mixta!

Balada Mixta @ Revista Época

mixta_epocasp_fullpage

mixta_epocasp_close

Fotos: Balada Mixta #1 – Marcelo Fubah

A Beyonça Edition da Balada Mixta foi fotografada por Marcel Badan e Marcelo Fubah. Abaixo algumas fotos bapho do Fubah. Para ver as fotos do Badan, clique aqui.

balada_mixta_01__004

balada_mixta_01__005

balada_mixta_01__014

balada_mixta_01__025

balada_mixta_01__030

balada_mixta_01__036

balada_mixta_01__045

balada_mixta_01__062

balada_mixta_01__065

balada_mixta_01__134

balada_mixta_01__149

balada_mixta_01__265

Pra ver todas as fotos da galere se jogando na Beyonça Edition da Balada Mixta, dá uma olhada lá no flickr da Funhell.

Fotos: Balada Mixta #1 – Marcel Badan

A Beyonça Edition da Balada Mixta foi fotografada por Marcel Badan e Marcelo Fubah. Abaixo algumas fotos bapho do Marcel. Para ver as fotos do Fubah, clique aqui.

DSC_0266

DSC_0251

DSC_0134

DSC_0180

DSC_0145

DSC_0151

DSC_0164

DSC_0172

DSC_0187

DSC_0202

DSC_0216

DSC_0240

DSC_0258

DSC_0276

DSC_0275

Pra ver todas as fotos da galere se jogando na Beyonça Edition da Balada Mixta, dá uma olhada lá no flickr do Marcel!

Preview: Fotos Balada Mixta #1

balada_mixta_01__132_menor
Pixta fervendo com @Katylene nas picapes!

balada_mixta_01__277
Ir pra casa antes do trampo e depois do fervo é tão over!

O resto das milhares de fotos só na segunda-feira!

Fotos: Marcelo Fubah

Hoje tem mixtura!

Vamos? Lista aberta até às 18h: baladamixta@gmail.com

Coluna: Konichiwa, bartender #1

jorgeA Jana tem uma tática muito boa quando ela toca – que alguns podem chamar de “apelou-perdeu”, mas que atire o primeiro CD-R quem nunca tocou Madonna quando a pista ficou meio miada. Ela geralmente faz uma seqüência matadora de Lady GagaRihannaKylieBeyoncé, não exatamente nessa ordem. É inevitável que as beeshas estejam gritando e se descabelando na pista quando começa a quarta música.

Lady Gaga é a exótica, Rihanna é bem novinha ainda e Kylie não me convence cantando musiquinhas de amor e pegação com a idade que tem. Agora, e Beyonça? Qual o segredo dessa mulher que consegue ser um pouco exótica, ultrapopular, diva e bróder da galera? A Beyonça é o tema da Balada Mixta #1, e a gente vai tentar desvendá-la nessa coluna.

Começo

Pra começo de conversa, Beyonça tem a minha idade! Nasceu em 1981 e o seu nome inteiro é, pasmem, Beyoncé Giselle Knowles. Cafoninha, né? Mas um cafona do bem, a gente gosta! Pra relembrar: ela fez sucesso mundial primeiro com o Destiny’s Child. Lembra de “Bills, bills, bills“? Na minha opinião, a música entrou imediatamente no imaginário das gay porque 1) engrossava o coro de “eu pago as minhas contas, ninguém manda em mim” 2) gente, falar “bill” em uma música já é dar pinta, agora falar “bill” três vezes no refrão?!

Várias outras músicas do Destiny’s Child eram do tipo “sou dona do meu próprio nariz, sou gostosa, sou fodona”. E Beyonça sempre se destacou no trio: a mais bonita, a que cantava melhor. E daí pra uma carreira solo… um pulinho, né?

Perigosa…

Em Crazy in Love, todo mundo assistiu chocado a Beyoncé se jogar no chão de shortinho e salto vermelho. Ela ficou louca! E aí a gente percebeu que aquele arzinho cafona do Destiny’s Child talvez era simpático, talvez era do bem… Ela também usava um vestido todo moderno de cabelo meio geométrico, um casaco de pele com body por baixo e um brincão que devia ser mais pesado que um filhote de raposa e por aí vai. Diva moderna. E a música é tão empolgante que a gente acha que tá meio doido de amor quando escuta. Foda. Do mesmo disco, Dangerously in Love, o clipe de Baby Boy traz a Bee (tem coisa melhor que uma cantora cujo apelido é BEE?) baixando o santo e espalhando areia pra tudo quanto é lado. #PombaGiraFeelings

Insubstituível?

Como nada é perfeito, o segundo disco não era tão cheio de hits quanto o primeiro. Não tinha nenhuma Crazy in Love. Tudo bem. Tinha Irreplaceable, que pra mim é a música do disco, e é muito mais madura do que as da época do Destiny’s Child – tipo, não é simplesmente “sou fodona” mas é um toque do tipo “você não é insubstituível”. E posso ouvir no jeito que Beyonça canta, nas entrelinhas, que nem ela é… nem ninguém. Nem mesmo ela mesma.

jorgebeyonca

Fudeu: a segunda Crazy in Love

Muita gente já tinha percebido que o modelo de diva que Beyoncé assumia era diferente do que a gente estava acostumado do meio dos anos 90 pra cá. Bee não era delicada (e chata) como a Celine Dion, não era teen que nem a Britney e a Christina Aguilera. Sua matriz era mais poderosa, e vinha de antes de Madonna. Inclusive ela mesma sabia… E todo mundo teve certeza que ela era uma Tina Turner nitroglicerinada quando Single Ladies foi lançada.

Com maiô, duas dançarinas ao seu redor e uma coreografia enérgica – e mais nada – Beyonça fez o clipe mais copiado de 2008 e de 2009 também! Um monte de versões surgiram na internet, inclusive com alguns famosos. Ela tinha feito mais um hit que iria agitar a pista tanto quanto Crazy in Love.

Conclusões

Beyonça tem uma mãe de gosto extravagante que faz roupas e tem uma marca (que chama House of Dereon, vai vendo…), uma irmã doidinha que está mais pra Lady Gaga do que pra Beyonça e que também canta (e que é ótima e divertidérrima, a Solange), não é magérrima (aliás, pelo contrário, tem mais curvas do que o showbusiness ousou permitir em uma supercelebridade pós era do heroin chic). Não é muito chegada em badalações – você não vê foto de paparazzi flagrando a fofa se acabando em uma festinha. Aliás, é supercomprometida e, ao que tudo indica, superfamília.

Com tantos fatores que podiam dar errado, parece meio estranho que tudo dê certo. Mas pra mim é tudo muito simples: Bee tem música boa no repertório. E não adianta tentar produzir uma superstar com músicas ruins. Não funciona. Não dura. Eu acho, por exemplo, que a Beyonça no fundo é tão certinha que nunca se permitiria ir na Balada Mixta, porque é de quinta-feira. Mas tudo bem, a gente vai na Balada Mixta por ela e dança as músicas dela.

Jorge Wakabara é jornalista e surpreendentemente não sabe a coreografia de Single Ladies. (NÃO SEI MESMO!)

Balada Mixta #1 – Beyonça Edition

Vamos começar essa brincadeira gostosa?

Ta aí tudo que você precisa saber sobre a próxima edição da Balada Mixta, que acontece esta quinta-feira, dia 24, na Funhouse.

Quem foi na primeira, já sabe o esquema: muita ferveção, muita música pop, muito colorido pelas paredes e as surpresinhas pela noite. Ah, e claro, nenhum carão! Se joga com a gente?

O line-up desta edição parece coisa de inauguração de festa: só convidados baphonicos.

mixtaeflyer#1

Line-up:

DJs convidados
- Katylene (Katylene.com)
- Carla Lamarca (Super Cool Market)
- Denerval Junior (Salada de Frutas)

DJs residentes
- Pedro Beck
- Pomada

Nossa lista amiga (só R$ 10) está oficialmente aberta: baladamixta@gmail.com

Dia 24/09, às 23h00.
Rua Bela Cintra, 567

Beyonce 60′s

Vamos começar o aquecimento para a próxima Balada Mixta?

Depois do sucesso da edição #0, a edição #1 acontece na próxima quinta-feira, dia 24/09! Divulgaremos o line-up em breve, assim como outras surpresinhas!

Enquanto isso, que tal um vídeo paródia de ‘Single Ladies’, da Beyonça?

Coluna: #mixedfeelings #0

lu_obiniskiQuando recebi o convite do Pedro Beck pra integrar o time de colunistas (oi, na verdade é uma dupla, eu e @wakabara) aqui, fiquei insegura. Eu já sou insegura por natureza, mas queria ter certeza que o Pedro tinha me chamado porque gosta de mim como mulher heterossexual (haha), e não por amizade.

Aí que foi justo essa insegurança que me deu inspiração pra essa primeira coluna. Eu realmente tô cansada de gente que faz carão o tempo todo – ou, pior, tenta sem sucesso. acho que todo mundo tem direito de se produzir e sair de casa achando que está LINDA de vez em quando (ou sempre), contanto que isso não seja sua única preocupação na vida (#ficadica). E sentia cada vez mais falta de uma festa onde todo mundo pudesse ir pra se divertir. De jeans e camiseta ou montado, mas que a preocupação geral não fosse ficar ‘medindo’ a roupa dos outros.

Porque, assim, eu sou essa pessoa. Não tô sempre linda, com a melhor roupa, com um look incrível, com make perfeito. Mas eu leio (menos do que gostaria), assisto filmes novos e antigos, saio pra comer com amigos, vou a exposições de arte e OUÇO MÚSICA indie e POP, que ninguém é de ferro. E prefiro ocupar meu tempo dessa forma. Quando eu cheguei na Balada Mixta (com look incrível, decretado por Jana Rosa, porque eu tava numas de me arrumar), rolou um ‘mixed feelings’ (no pun intended) se o povo ia ficar no carão ou ia se jogar como se não houvesse amanhã. Ainda bem que todo mundo escolheu a segunda opção, cantou com força hits do Backstreet Boys e não ligou que a Katylene tocou três Britney em menos de uma hora. Eu amei. Mesmo acordando atrasada no dia seguinte e passando o dia feito zumbi.

E espero que a Balada Mixta fique cada vez mais assim. Povo alegre, cantando e dançando pelo simples prazer de ser feliz, voltando pra casa antes do que gostaria, porque ainda é quinta, mas não reclamando da ressaquinha na sexta. Porque se divertir cansa, mas vale a pena. Carão só cansa.

Luciana Obniski é jornalista e, no dia da foto, estava montada.



Follow

Get every new post delivered to your Inbox.