Archive for October, 2009

Coluna: #mixedfeelings #3

lu_obiniski1Semana que tem muita coisa pra fazer, que nem essa, é quando dá pra perceber quais baladas são as mais queridas do povo. Agora, pra saber mesmo se uma balada “pegou”, tem que ser em dia de chuva.

A Balada Mixta teve sua última edição molhada (de chuva, porque molhadas todas são) nessa última quinta (aliás, não parou de chover desde então, né?).  E não deixou a desejar. Uma parte da galera foi embora porque fila na chuva não é fácil, todos sabemos, mas as 300 pessoas que entraram se acabaram na pista (ouvi dizer, eu tava em semana de fechamento e não fui!).

É que a Balada Mixta sempre tem coisa nova, né?? E o karaokê no andar de cima? Quando a Katylene não tava lá dominando a história (hehe), teve bons momentos e o andar de cima ficou cheio. E a pista tinha cheirinho especial, quem sentiu? Ouvi dizer que a porção afrodisíaca do aroma surtiu efeito na galera.

Isso tudo pra dizer que o legal mesmo da Balada Mixta é ir em todas as edições, pra colecionar histórias. Senão você periga perder AQUELA edição histórica, que todo mundo vai comentar, e você com raiva de não ter ido. Como nessa semana vai ser difícil descansar, o jeito é economizar no fim de semana pra não perder a próxima Balada Mixta, que já tem novidades desde agora (mas dessa vez eu não posso contar…)

Luciana Obniski encurtou a coluna dessa semana em protesto por não ter ido na última Balada Mixta.

Funhell 1.5 – 31/10

Oi, gente!
Esse post é pra convidar todo mundo pra festejar dia 31 no Vegas!

Antes de tudo, antes de lerem o e-mail. Assista o vídeo de divulgação da festa:

Pronto? Assistiu?

Agora…pra quem quiser/puder ajudar a divulgar o vídeo e a festa, seria incrível também! Aqui vão uns exemplos de twit e afins! :)

Twitter: http://is.gd/4Ezoe
Flickr/Twitpic: http://is.gd/4Ez9R

Em março de 2009 a festa semanal Funhell mudou de lugar por uma noite para comemorar seu primeiro ano de vida. A ideia foi levar o mesmo clima divertido e com boa música para uma casa maior, assim não faltaria espaço para o público e atrações de peso. A consequência disso todo mundo já sabe, né? Foi uma das melhores noites do ano e é lembrada até hoje com muito carinho por todos que foram!

A tradicional festa da Funhouse acaba de completar um ano e meio de existência e lançar um site (www.funhell.com.br). Como toda conquista merece uma comemoração, o trio Fabricio Miranda, Marcelo Fubah e Pomada resolveu celebrar os dois acontecimentos em uma festa no Vegas Club.

A Funhell 1.5, que acontece dia 31 de outubro, recebe pela primeira vez no Brasil o show da banda americana Hey Champ.

Destaque em Chicago e reconhecidos nacionalmente, a banda ganhou projeção internacional com o hit “Cold Dust Girl” e a versão remix de “Beaches and Friends” dos brasileiros Database. Dêem uma olhada nesse vídeo da banda, é absurdo! http://www.youtube.com/watch?v=kyxzO5e5-aM

funhell1ponto5

A ascensão na cena local levou o trio a um dos principais festivais americanos, o Lollapalloza. Além desse, fazem parte do currículo, o texano SXSW e uma tour pelo EUA abrindo os shows de Lupe Fiasco. Além do rapper, os americanos dividiram palco com nomes importantes como Justice, Sebastian Tellier, The Sounds, Midnight Juggernauts, Kid Sister, Datarock, The Bloody Beetroots, entre outros.

Dia 31, além dos americanos do Hey Champ, a Funhell 1.5 recebe o duo Roots Rock Revolution, Rafael Urenha (Party Íntima), o jornalista Lucio Ribeiro (Popload) e as irmãs Marina e Helena Sasseron (Chicks in Charge).

Quem quiser participar dessa festa toda, é muito fácil:
R$ 20 – Lista de desconto (funhell.party@gmail.com)
R$ 35 – Porta

FUNHELL 1.5 @ Vegas Club – 31 OUT / SÁB
R. Augusta, 765 – Consolação

Line up:
Hey Champ (USA)
Funhell Djs
Roots Rock Revolution
Chicks in Charge
Rafael Urenha (Party Íntima) e Lucio Ribeiro

VÍDEO & FOTOS: Balada Mixta Katylene Edition

Katylene and friends arrasando no karaoke da Balada Mixta Katylene Edition!

balada mixta 04_089Mauro Borges (Aloka)


balada mixta 04_138A pixxta fervendo!

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Sergio Amaral e Ju Andrade (Erika Palomino)

Já já tem MUITO mais fotos! Todas pelo nosso fotógrafo Marcelo Fubah.

Coluna: Konichiwa, bartender #3

jorgeUma verdadeira balada bacana, que foi feita pra durar e pra gente contar histórias sobre ela depois, tem música boa, bebida, gente bacana… e personagens. Sabia?

Na época em que eu frequentava o Grind, por exemplo, tinha vários personagens. Tinha a menina louca que não lembro o nome – Gutierrez deve lembrar – que fazia um semi-strip-tease no palquinho toda vez que tocava ‘Vogue’. Levantava o vestido e tudo, pagava calcinha, enfim. Tinha também a Natália, uma menina que pintava o olho bem de preto – ela tinha uma amiga bee cabeluda que ficava correndo atrás dela a noite inteira gritando “NATÁLIA! NATÁLIA!”. Foi assim que a gente ficou sabendo o nome dela. A Natália era bem doidinha, alguém sabe por onde ela anda? E teve o cara que era do teatro que a gente perguntou: “Cê é DO TEATRO?” e ele respondeu “Sou do teatro da vida, por quê?” HAHAHA Resposta maravilhosa, né?

Dentro de mim, queria muito que o Vitor Fasano fake que foi na Beyonça Edition da Balada Mixta fosse um dos personagens da nossa baladinha quinzenal, mas ele não apareceu na última. Só que teve um rapaz que apareceu, e que a gente já tinha ficado chocado com ele na edição #0 porque ele dançava horrores e fazia PONTE no meio da música. Isso mesmo, PONTE, aquela que você encosta a mão no chão que fica às suas costas. A gente chamava ele de Mini Lu Ramos porque ele dança pencas que nem o Lu, mas eis que descobrimos que ele tem nome, sobrenome, apelido próprio e disse que tava “Bélgica” quando eu pedi pra entrevistá-lo. Com vocês… Rafael Bacarolo, o primeiro personagem da Balada Mixta!

Ficha técnica:
21 anos
Estuda Letras, Português-Francês, mas quer moda desde pequeno e faz croquis.
É Libra com ascendente em Touro – segundo ele, duplamente regido por Vênus, portanto supersexual.
A sua primeira coleção quando for estilista pode ser inspirada em Gaudí. Ele planeja viajar pra Barcelona.
E se nele não fosse ele, seria… uma Helena do Maneco!

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Você aprendeu a dançar tipo autodidata ou já fez aula de alguma coisa?
Sim, sou autoditada. Em puta&viado! Mas o requebrado eu aprendi em casa, minha mãe desde menina dançava na casa dela, aquelas festas do interior, e música Disco… Samba aprendi com ela e deixo muita mulata no chão!

Qual é a melhor música pra dançar hoje na sua opinião?
Então, a música que eu mais amo dançar é ‘Diva’, que dificilmente toca nas baladas por ser muito black e por ‘Single Ladies’ ser mania mundial. Se fosse DJ, Diva seria a minha marca. Brinco sempre que, quando toca, no outro dia é “só no dorflex, só no dorflex”.

Conta um momento que você gosta de lembrar das Baladas Mixtas anteriores!
Acho que lembro com mais carinho da primeira. Cheguei com uma calça de cintura alta toda de azulejo do Sommer e minha marca pessoal, o óculos Marc Jacobs vermelho. Foi só começar as músicas e eu a dançar que já me senti em casa. Sou alto, magro, chamo atenção pelas roupas que uso: minishort, legging etc., e quando comecei a dançar foi um estado de prazer indescritível. Já na última Balada Mixta aconteceu uma coisa muito engraçada: simulei sexo na mesa ao lado dos DJs ao som de ’3′, da Britney. Ficou na memória porque simulei com uma MULHER!

Tem um apelido? A gente te chama de mini Lu Ramos porque você dança loucamente que nem ele, mas seria melhor a gente saber o seu apelido real. haha

Que fofo. Digo que Lu é meu pai, sem ele saber, pois ele ganhou a primeira Batalha de Dança do Glória e ele e a Jana foram jurados quando ganhei a 3ª. Eu e o Lu sentimos a música, é esse o ponto… Se quiser AHAZAR na balada, sinta a música! Sinta ela dentro de você e com um pouco de vodka você dançará! Quanto ao apelido: sou conhecido como Rafael Bacarolo, o Bacarolo é sobrenome da minha bisa que adotei como homenagem, desde os 15. Então às vezes sai Bacarolo, Boca de rola, RB… Na USP é queen, deeva, puta, Rafa Puta, só não me chame de Berenice que eu não atendo, o resto OK… Tem algum apelido para mim?!
Bom, Bacarolo, vou te chamar de Baca porque é mais curto, mais prático e fica mais íntimo! Bjs, até quinta – Katylene xpecial edixiooon! E o Mauro Borges, gente? Saudades de ver aquela dancinha!! Cês já viram? Imperdível!

Jorge Wakabara adora fazer entrevistas e também se esfregou com uma mulher na última Balada Mixta.

Balada Mixta – Katylene Edition!!! 22/10

Vamos começar essa brincadeira gostosa?

Essa quinta-feira, dia 22, não tem só Balada Mixta. Tem Katylene Edition! Por quê? Porque vamos comemorar um ano de Katylene.com DENTRO da Balada Mixta. Ah, a calmaria antes da tempestade… tem dúvida do fervo que vai ser?

mixtaeflyer#3

Já que a o-menage da noite é pra nossa diva e residente mensal, nada mais certo do que abrir o line-up com um dos DJs mais bafos de São Paulo e que Katy ama tanto: Mauro Borges. O cara é uma bapholenda na noite paulistana e atualmente é residente d’Aloka e já se apresentou em casas como Sirena, The Week, Lov.E, Bubu, entre muitas outras! Sabe aquela música deliciosa que você já ouve na Mixta? Aham, o Mauro também toca!

Depois deles, nossos amigos Ju Andrade e Sergio Amaral, da Erika Palomino, também integram o line up dessa edição! Quem já viu o set deles tocando juntos pelas baladas de São Paulo sabe bem o bapho que é! Os dois são residentes da Bafon Bafu, a noite mais goxxtosa do Glória!

E, lóóógico, depois deles temos a Katylene! Se o set da musa já é aquele absurdo, imagina ela inspirada que nosso site baphônico favorito tá fazendo um ano de vida?

Além dos DJS convidados, temos os residentes Pedro Beck e Poms. O primeiro abre a pista da Funhouse e o segundo fecha. Ou seja, tem DJ pra bater o picumã de 23h de quinta até seis da manhã de sexta!

Lista amiga (R$ 10) aberta até às 19h de quinta-feira: baladamixta@gmail.com

Confirme sua presença AQUI!

Se joga com a gente! Muah!

DJs convidados
Mauro Borges (Aloka)
Katylene (Katylene.com)
Ju Andrade e Sergio Amaral (Erika Palomino)

DJs residentes
Pedro Beck
Poms (Funhell)

Balada Mixta @ Funhouse

Rua Bela Cintra, 567
A partir das 23h

Vanhell pro Planeta Terra

O Terra inovou mais uma vez na divulgação do seu festival. Na onda do segue-segue do Twitter, foi criado um site onde qualquer um pode criar um ônibus, escolher uma combinação de itens e convidar as pessoas pra “seguir” seu proto-transporte pro festival.  Esse ônibus vai virar realidade de algum jeito e você vai chamar uma turma pra fazer parte dele e curtir o festival de camarote.

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Os meninos da Funhell, festa mais do que amiga da Balada Mixta, criaram um ônibus para levar uma galera de graça pro festival. Vamos ajudar eles? Quem sabe você não é um dos chamados pra ir!

Pra fazer parte da Vanhell é só clicar aqui.

Fotos: Balada Mixta #2 – Mari Di Pilla

Na ausência de nosso fotógrafo oficial, o Marcelo Fubah, confirmadíssimo pra nossa próxima edição, a Mari Di Pilla quebrou um super galho e foi nossa fotógrafa na Britney Edition da Balada Mixta! Valeu, Di Pilla!

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Coluna: #mixedfeelings #2

lu_obiniski1Expectativa pode ser uma coisa ruim. Na verdade, é mais ruim que bom. E eu realmente achava isso mesmo, até a última Balada Mixta. Aí que eu fui conversar com a Ju Muñoz, do D.U.I., que é uma FOFA querida (a Gabi Pacheco eu não vou nem comentar… enfim, as duas são BAFO e arrasaram nas picapes) e ela tava super contente mesmo antes de tocar, com a fila da balada. Disse que fazia tempo que não via uma fila tão grande (e gente tão disposta a ficar na fila) e que tava mais empolgada ainda pra tocar.

Aí eu fiquei pensando que aquilo era realmente verdade. Ninguém tava muito incomodado com a fila até porque, apesar de grande, não tava demorando muito, e uma outra amiga, que tinha pegado fila, me explicou. “Além de não demorar muito, a gente sabe que vai valer a pena quando entrar aqui”. A tal expectativa. Do lado de cá, a Ju Muñoz comentava toda feliz que tinha passado a semana pesquisando trasheiras pop pra “surpreender” a galera. E definiu “porque legal mesmo é ouvir aquela música que você não ouve há décadas mas quando começa a tocar você sabe a letra inteira”. Outra expectativa, de aceitação do público.

Podia ter dado errado. Muito errado. As vezes você prepara uma música, pensa num set, e não rola. O público não curte, o DJ perde o timing, o povo fica pedindo outras músicas pro DJ. Daí uma hora a Ju apostou com a Gabi que o povo ia pirar com a música “Sexy Eyes”. Quem tava lá sabe quem ganhou a aposta…

E eu achei bem bom que na Balada Mixta pode ir todo mundo com expectativa. Os DJs, que certa música vai bombar, e o público, de achar que a balada vai ser incrível. Porque mesmo com expectativa todo mundo volta pra casa mais feliz do que esperava.

Luciana Obniski está tentando se livrar das expectativas. A Balada Mixta NÃO está ajudando…

#Hojetem!

ITA, BIITA, MARIA BUNITTA É NA BALADA MIXTA!

Nos vemos mais tarde, gente bunitta! :)

Dica do Jorge Wakabara.

Coluna: Konichiwa, bartender #2

jorgeBom, se vocês repararem no próximo line-up da Balada Mixta perceberão que sim, esse colunista que vos fala também toca. Afinal, quem hoje em dia não é DJ, né, minha gente?

Mas saibam que não sou tão novo assim nesse FRILA. A primeira vez que eu toquei acho que foi lá por 2001 (sim, faz 8 anos) no Matrix. Oi? No Matrix? É, então, tinha uma noite de quarta-feira no Matrix que se chamava Spooning Good Singing Gum, eu era host (OI??) e às vezes tocava – devo ter tocado uma ou duas vezes.

Era legal porque tinha VINIL e em algum ponto obscuro da minha lembrança eu TOQUEI VINIL (OI???) porque tinha uma música que eu só tinha em vinil e aliás nunca encontrei em MP3 até hoje (chama-se “Sábado que vem” e é de uma tal de Brenda, se alguém tiver digaí porfavor). Depois disso eu tive uma noite com o Gutierrez que se chamava Dramática no Stardust e depois tocava com a Talita em lugares estranhos como o Riviera e o Nanquim – CARACA, LEMBRA DO NANQUIM?! Aí foi perdendo a graça tocar e fui parando, parando…

Mas me lembro muito bem do manual de etiqueta de como lidar com um DJ. Ah, sim. Portanto…

MANUEL DE ETIQUETA COMO LIDAR COM UM DJ!

1. Não tente conversar sobre seus problemas pessoais com o DJ enquanto ele está tocando. Não que ele não possa conversar de jeito nenhum – ele pode, mas está mais concentrado em outra coisa, se é que você não percebeu.

2. Não peça aquela música incrível pro DJ. Existe a velha máxima que diz: DJ não é jukebox. Não é mesmo. Na maioria das vezes, se você está achando o som chato, você está na balada errada ou está precisando beber mais. Ainda mais quando o DJ é o DJ residente. Ele sabe muito bem o que está fazendo, viu? Você que não sabe!

3. Mas se você está achando o som chatíssimo mesmo, vale ficar olhando fixamente pro DJ e, quando seus olhos se cruzarem, fazer uma carinha fofa e um gesto do tipo “pula pra próxima?”. Comigo sempre funcionou. Mesmo porque se estiver chatíssimo, ele também percebeu isso.

4. O DJ adora quando você dança perto dele. Mas ele ODEIA quando você esbarra no equipamento. Portanto, stay close but DON’T GET CLOSER! hahaha

5. Dançar na cabine é legal mas cuidado pra não atrapalhar o DJ. Se você está muito bêbado, dançar na cabine NÃO É LEGAL!

gagaparisJá que todo mundo é DJ, néam…

6. É de bom tom deixar o DJ passar na frente na fila do banheiro enquanto ele está tocando e bate aquela vontade de “pera xixi”. Se ele for educado, não vai pedir. Mas se você também for educado, vai oferecer. Ofereça, é fofo e aí você ganha créditos e, quem sabe, ele pode se transformar em jukebox por alguns minutos e tocar a música que você quer muito ouvir. E pode ter certeza que ele vai ser rápido! hahaha

7. O item acima também vale pro balcão do bar. Ou você pode se oferecer pra pegar uma bebida pra ele enquanto ele está tocando.

8. Oferecer bebida do nada também é bom. Mas ofereça o que você já reparou que ele está tomando, pode ser que ele não queira misturar principalmente porque está tocando e não é legal tocar caindo de bêbado. É um jeito de dizer “tô curtindo tanto o seu som que até reparei no que você está bebendo” hahaha

9. Você mexeria nos instrumentos de um cirurgião enquanto ele faz uma cirurgia? Então por que está mexendo nos meus CDs? Tira a mão, por favor? Obrigado.

10. Não, a cabine NÃO É guarda-volumes. Quem deixa as coisas na cabine são os DJs e os amigos muito próximos dos DJs. E os colunistas. E os peguetes. Enfim, como você pode perceber, já é muita gente que deixa as coisas lá. Simancol: deixe a sua mochila em casa, você não precisa levá-la pra balada mesmo, né? E se levou, se vira.

E não se esqueça: nada de palitar os dentes. Nem na cabine, nem na pista, nem em lugar nenhum.

Jorge Wakabara já trabalhou com Gloria Kalil e teoricamente sabe do que está falando. Teoricamente.



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