Archive for the '#mixedfeelings' Category

Coluna: #mixedfeelings #5

Todo mundo sabe que quem guarda sempre tem. No Natal, isso é especialmente verdade. Portanto, quem se guardou nas últimas Baladas Mixtas, como eu, pode começar a se preparar pra liberar geral. Agora que a Katylene é sócia, as surpresas dobraram (reza a lenda que ela vai fazer barraca do edy no banheiro lá de cima) e antecipa logo a festa junina.

E quem foi na Carla Perez Edition e guardou seus peitinhos já tem fantasia garantida de jesus luz. Quem não foi ou perdeu seus peitinhos pode se vestir de estrela dalva ou de três reis magos. ou de grego e ir de toga (amo essa palavra). Paula e Gil, responsáveis pela FUI! estão sempre MUITO montados (isso sem falar no Johnny Luxo) então não vamos decepcionar os convidados, hein?
Eu tentei roubar um apetrecho INCRÍVEL que o Zezé Araújo levou na última Fui! (até pra homenagear a Paula e o Gil) mas alguém me roubou (tudo bem também que tira meu karma) o troço antes de eu conseguir guardar e levar pra Balada Mixta. Prometo achar onde vende e levar na primeira do ano que vem.
Mas a verdade é que essa é a última Balada Mixta do ano, e o mais legal é que todo mundo que foi nas outras vai querer voltar, e aí a gente encontra os amigos de antes, os amigos que fizemos na Balada Mixta que migraram pra vida real e os casais que se formaram por lá (eu já sei de três) ou seja, alegria pura.
Porque essa é a época do ano pra comemorar o que deu certo, beber pra esquecer o que deu errado e pensar nas coisas boas que queremos no ano que vem. Pra nós mesmos e pros outros. Eu quero mesmo é que a Balada Mixta continue firme e forte e que se torne cada vez mais ponto de encontro pra galera que esquece que há maldade no mundo quando ouve “Bad Romance” da Lady Gaga e quer mais é acordar com ressaquinha gostosa na sexta feira.
Luciana Obniski está melosa com o fim de ano, ama os amigos da balada mixta e deseja feliz natal a todo mundo

Coluna: #mixedfeelings #4

Festa com foto é sempre mais legal. As da última Balada Mixta ficaram incríveis (pra quem não viu, clica aqui). O povo surta, e o resto fica se batendo de ódio de não ter estado lá. E deve ter muito mais foto legal da Balada Mixta por aí, porque eu vi várias pessoas com câmera lá. Que tal todo mundo deixar os links dos álbuns aqui nos comentários?

Na próxima (a penúltima do ano) só vai ser fotografado quem estiver com “fantasia” da inspiração da festa. Calma. Os musos são lindos e não vai ser difícil entrar no clima porque a próxima edição da Balada Mixta é GOSSIP GIRL Edition!!

Aí, pra facilitar, eu resolvi pinçar algumas coisas do estilo de alguns dos personagens principais pra todo mundo se inspirar. Lá vai:

pras meninas (e pras montadas):

Blair – tá sempre com tiaras e broches fofos, então minha dica pras morenas é caprichar nos adereços de cabeça (sim. coroa tá valendo) e cintura bem marcada com vestidos comportados.

Serena – No estilo dessa temporada dela reina o comprimento mini (vestidos ou saias ou shorts até) com botas ou meias acima do joelho. Eu acho MUITO fofo meia calça acima do joelho com ankle boot ou sandália abotinada.

Jenny – A mais rocker do seriado, perdeu um pouco a aura punk mas continua usando saia de tule, cabelo loiro BEM descolorido e maquiagem pesada. Arrasa.

pros meninos as dicas são:

Nate – tá mais soltinho ele, né? Pra copiar, faça sobreposição de camisa com cardigan meio larguinho, entreaberto (difícil vai ser aguentar o calor da mixta, então foca na peça DE BAIXO)

Chuck – AMO essa coisa dândi do chuck. e pago um drink pra quem for com lenço de seda amarrado por dentro da camisa e cabelo com gel.

e finalmente…

Dan – se joga na camisa de flanela (de novo, pensa no calor que vai fazer) e vai ser feliz!

Aliás, quero todo mundo feliz na pista de dança!!

Luciana Obniski é fã de Gossip Girl desde o primeiro capítulo e ainda não sabe se vai se inspirar em Serena ou Jenny.

Coluna: #mixedfeelings #3

lu_obiniski1Semana que tem muita coisa pra fazer, que nem essa, é quando dá pra perceber quais baladas são as mais queridas do povo. Agora, pra saber mesmo se uma balada “pegou”, tem que ser em dia de chuva.

A Balada Mixta teve sua última edição molhada (de chuva, porque molhadas todas são) nessa última quinta (aliás, não parou de chover desde então, né?).  E não deixou a desejar. Uma parte da galera foi embora porque fila na chuva não é fácil, todos sabemos, mas as 300 pessoas que entraram se acabaram na pista (ouvi dizer, eu tava em semana de fechamento e não fui!).

É que a Balada Mixta sempre tem coisa nova, né?? E o karaokê no andar de cima? Quando a Katylene não tava lá dominando a história (hehe), teve bons momentos e o andar de cima ficou cheio. E a pista tinha cheirinho especial, quem sentiu? Ouvi dizer que a porção afrodisíaca do aroma surtiu efeito na galera.

Isso tudo pra dizer que o legal mesmo da Balada Mixta é ir em todas as edições, pra colecionar histórias. Senão você periga perder AQUELA edição histórica, que todo mundo vai comentar, e você com raiva de não ter ido. Como nessa semana vai ser difícil descansar, o jeito é economizar no fim de semana pra não perder a próxima Balada Mixta, que já tem novidades desde agora (mas dessa vez eu não posso contar…)

Luciana Obniski encurtou a coluna dessa semana em protesto por não ter ido na última Balada Mixta.

Coluna: #mixedfeelings #2

lu_obiniski1Expectativa pode ser uma coisa ruim. Na verdade, é mais ruim que bom. E eu realmente achava isso mesmo, até a última Balada Mixta. Aí que eu fui conversar com a Ju Muñoz, do D.U.I., que é uma FOFA querida (a Gabi Pacheco eu não vou nem comentar… enfim, as duas são BAFO e arrasaram nas picapes) e ela tava super contente mesmo antes de tocar, com a fila da balada. Disse que fazia tempo que não via uma fila tão grande (e gente tão disposta a ficar na fila) e que tava mais empolgada ainda pra tocar.

Aí eu fiquei pensando que aquilo era realmente verdade. Ninguém tava muito incomodado com a fila até porque, apesar de grande, não tava demorando muito, e uma outra amiga, que tinha pegado fila, me explicou. “Além de não demorar muito, a gente sabe que vai valer a pena quando entrar aqui”. A tal expectativa. Do lado de cá, a Ju Muñoz comentava toda feliz que tinha passado a semana pesquisando trasheiras pop pra “surpreender” a galera. E definiu “porque legal mesmo é ouvir aquela música que você não ouve há décadas mas quando começa a tocar você sabe a letra inteira”. Outra expectativa, de aceitação do público.

Podia ter dado errado. Muito errado. As vezes você prepara uma música, pensa num set, e não rola. O público não curte, o DJ perde o timing, o povo fica pedindo outras músicas pro DJ. Daí uma hora a Ju apostou com a Gabi que o povo ia pirar com a música “Sexy Eyes”. Quem tava lá sabe quem ganhou a aposta…

E eu achei bem bom que na Balada Mixta pode ir todo mundo com expectativa. Os DJs, que certa música vai bombar, e o público, de achar que a balada vai ser incrível. Porque mesmo com expectativa todo mundo volta pra casa mais feliz do que esperava.

Luciana Obniski está tentando se livrar das expectativas. A Balada Mixta NÃO está ajudando…

Coluna: #mixedfeelings #1

lu_obiniskiA gente sabe que uma festa tá boa assim que entra no ambiente. Não é a quantidade de pessoas, não é o nível alcoólico dos presentes nem o percentual “hype” deles (isso não é de jeito nenhum). É algo a mais. Os outros (que não foram) sabem que uma festa foi incrível pelo burburinho que ela gera no dia seguinte.

A última Balada Mixta teve vários comentários delícias (de você se bater de dar risada e pensar “ainda bem que eu não deixei passar”, lembrar daquele novo melhor amigo que você fez no bar ou do Vitor Fasano ‘fake’ que virou piada interna de quem tava lá). Não bastassem os inúmeros registros com a pista lotada, de mão pra cima (aqui e aqui), grandes veículos da mídia deram um jeito de falar dela antes mesmo da festa completar um mês.

Foi o caso da coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, que citou as MARAVILHOSAS máscaras de Zé Mayer que rodaram por lá e da Época São Paulo (orgulho), que deu a festa na seção de baladas. Fico feliz não porque a festa está “emplacando”, mas porque isso acontece de forma natural. Porque todo mundo que está envolvido na Balada Mixta faz por amor, não por dinheiro.

Pedro Beck pensa em como deixar a balada mais legal e divertida (tipo as máscaras de Zé Mayer), por amor. Pomada faz a decoração colorida (como os ótimos twittelegantes), por amor. E isso faz uma diferença enooorme na sensação passada para as pessoas. Katylene até virou residente (já podia contar?) por amor. Dela pelo conceito da festa (que era o que tava faltando na noite paulistana) e pelas picapes e músicas pop grudentas maravilhosas, e de nós (público feliz) pelas horas de bate cabelo nonstop proporcionadas.

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E é por isso que o povo voltou pra curtir mais pop e, acredito eu, vai continuar voltando quinta sim, quinta não. Porque o amor é esse algo a mais que o povo vê nas fotos no dia seguinte, que faz a gente não só sair de casa, mas ficar até mais tarde.

Luciana Obniski está emotiva, acredita na humanidade e AMA essa coluna.

Coluna: #mixedfeelings #0

lu_obiniskiQuando recebi o convite do Pedro Beck pra integrar o time de colunistas (oi, na verdade é uma dupla, eu e @wakabara) aqui, fiquei insegura. Eu já sou insegura por natureza, mas queria ter certeza que o Pedro tinha me chamado porque gosta de mim como mulher heterossexual (haha), e não por amizade.

Aí que foi justo essa insegurança que me deu inspiração pra essa primeira coluna. Eu realmente tô cansada de gente que faz carão o tempo todo – ou, pior, tenta sem sucesso. acho que todo mundo tem direito de se produzir e sair de casa achando que está LINDA de vez em quando (ou sempre), contanto que isso não seja sua única preocupação na vida (#ficadica). E sentia cada vez mais falta de uma festa onde todo mundo pudesse ir pra se divertir. De jeans e camiseta ou montado, mas que a preocupação geral não fosse ficar ‘medindo’ a roupa dos outros.

Porque, assim, eu sou essa pessoa. Não tô sempre linda, com a melhor roupa, com um look incrível, com make perfeito. Mas eu leio (menos do que gostaria), assisto filmes novos e antigos, saio pra comer com amigos, vou a exposições de arte e OUÇO MÚSICA indie e POP, que ninguém é de ferro. E prefiro ocupar meu tempo dessa forma. Quando eu cheguei na Balada Mixta (com look incrível, decretado por Jana Rosa, porque eu tava numas de me arrumar), rolou um ‘mixed feelings’ (no pun intended) se o povo ia ficar no carão ou ia se jogar como se não houvesse amanhã. Ainda bem que todo mundo escolheu a segunda opção, cantou com força hits do Backstreet Boys e não ligou que a Katylene tocou três Britney em menos de uma hora. Eu amei. Mesmo acordando atrasada no dia seguinte e passando o dia feito zumbi.

E espero que a Balada Mixta fique cada vez mais assim. Povo alegre, cantando e dançando pelo simples prazer de ser feliz, voltando pra casa antes do que gostaria, porque ainda é quinta, mas não reclamando da ressaquinha na sexta. Porque se divertir cansa, mas vale a pena. Carão só cansa.

Luciana Obniski é jornalista e, no dia da foto, estava montada.


Balada Mixta

Mensalmente no Estúdio Emme (Pedroso de Morais, 1036, Pinheiros). MUITA música POP! Mande seu nome para a lista amiga (R$ 25) e venha se jogar na pista com Katylene, Pedro Beck, Pomada e seus convidados: baladamixta@gmail.com