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Balada Mixta – Menino Jesus Edition – 17/12

Vamos começar essa brincadeyra goshtosa?

Mas não, dessa vez não é Pedro Beck que tá eshcrevendo esse release lhyndo, é a Katylene!


Video por: Marcelo Fubah

Tem época mais lynda e feliz do que essa? a cidade tá toda piscando (inclusive a gentchy), todo mundo shora com os comerciais de margarina, tem o 13o, o peru de Natal e aqueles dias todos em que você é obrygado a conviver com a sua família. Delícia, néan? Então que jeito melhorar pra comemorar isso do que fazendo uma BALADA MIXTA MENINO JESUS EDITION?

E como eu sou eshtremamentchy desorganizada (e tem muita coisa pra contar) eu resolvee separar ysso aqui por tópicos, okey? VEM COMEEGO!

1. Sabe aquela hishtórya de que “em time que tá ganhando não se meshe”? pois bem, aqui nas organizações Mixta S.A. a gentchy meshe sim, e – eu fico muito felizsh em contar que – a partchir de agora eu subo de poshto e passo de DJ residentchy para SÓCIA DA FESHTA! Que riqueza, né? Então agora parem de me pagar tequila em troca de pegação no banheyro porque eu tenho que conseguir interagir (e ser reshponsável) até o final da feshta, viu?

2. Essa Balada Mixta é a ÚLTIMA DO ANO! Depois dessa você só vai poder subir na caisha de som e dar mosh na galhera no dia 14 de janeiro, quando voltamos do nosso pequenino recesso.

3. O line up dessa edição tá de shorar sangue com kolene e tacar fogo na calceenha pra apagar no ashfalto. quer saber quem toca? Pois bem, além de vossa interessância que vos fala, da malícia e do carisma de Pedro Beck (que abre a pishta, como de coshtume) e do DJ Poms (que sempre fesha a noitche com shave de ouro) teremos ninguém mais ninguém menos que Johnny Loosho (que toca cedo, logo depoish do Pedro, então não quero saber de nêgo demorando até uma da manhã pra fazer shapeenha, viu?) que dispensa apresentações, néan? Ele comanda a Alelux, que é uma das melhores noites do Glória, toca em todos ozevento phyno que se preze e ainda é o DJ oficial do programa de Adriane Galishteu. IMPERDIVEL, BRASYL! Johnny vai tocar com Caio Gobbi, que todo mundo conhece, néan? Eshtilishta, stilysht e personagem da noite, Caio ARRASA no pop e promete não deishar ninguém parado! Nem a Luciana de Veever a Veeda!

E daí como se só ysso não fosse suficientchy pra te tirar de casa, a gentchy ainda shamou os queridos e amados Paula e Gil Reboredo, donos do b.loosho e da festa FUI! (a VAI! reloaded) pra não deishar ninguém com deshculpeenhas de que trabalha cedo na seshta feyra.

4. Como essa edição é históryca teremos muitas surpressenhas e mimos pros amados que comparecerem, mas vale a pena lembrar que a Funhouse é pequena e a casa tem lotação, então quem quiser se divertchir sem stress tem que chegar C-E-D-O! A casa abre às 23h e essa hora já tem bebida, som e a gentchy lá tchiesperando, então não tem porque deishar pra shegar na hora de pico (ou pica). E não adianta ficar me lhigando da fila pra ser salvo porque eu ponho o celular na vibração e enfio na calceenha, então eu não faço muita questão de atender, néan?

LINE UP

DJs CONVIDADOS
– Johnny Luxo + Caio Gobbi
– Paula e Gil (b.luxo e FUI!)

DJs RESIDENTES
– DJ Poms
– Katylene
– Pedro Beck

LISHTA AMIGAN (R$ 10): baladamixta@gmail.com
LISHTA AMIGAN (R$ 10): baladamixta@gmail.com
LISHTA AMIGAN (R$ 10): baladamixta@gmail.com

Confirme sua presença AQUI!

FLYER
Fabricio Miranda

APOIO
– Revista Pix

Balada Mixta @ Funhouse
17 de dezembro às 23h
Rua Bela Cintra, 567

‘3’, o novo single da Britney

Saiu hoje nos EUA o novo single da Britney. ‘3’ irá promover a sua coletânea comemorativa pelos dez anos de carreira e chega às lojas em novembro.

Confere aí embaixo e arrazan na coreô pra próxima Balada Mixta!

Coluna: Konichiwa, bartender #1

jorgeA Jana tem uma tática muito boa quando ela toca – que alguns podem chamar de “apelou-perdeu”, mas que atire o primeiro CD-R quem nunca tocou Madonna quando a pista ficou meio miada. Ela geralmente faz uma seqüência matadora de Lady GagaRihannaKylieBeyoncé, não exatamente nessa ordem. É inevitável que as beeshas estejam gritando e se descabelando na pista quando começa a quarta música.

Lady Gaga é a exótica, Rihanna é bem novinha ainda e Kylie não me convence cantando musiquinhas de amor e pegação com a idade que tem. Agora, e Beyonça? Qual o segredo dessa mulher que consegue ser um pouco exótica, ultrapopular, diva e bróder da galera? A Beyonça é o tema da Balada Mixta #1, e a gente vai tentar desvendá-la nessa coluna.

Começo

Pra começo de conversa, Beyonça tem a minha idade! Nasceu em 1981 e o seu nome inteiro é, pasmem, Beyoncé Giselle Knowles. Cafoninha, né? Mas um cafona do bem, a gente gosta! Pra relembrar: ela fez sucesso mundial primeiro com o Destiny’s Child. Lembra de “Bills, bills, bills“? Na minha opinião, a música entrou imediatamente no imaginário das gay porque 1) engrossava o coro de “eu pago as minhas contas, ninguém manda em mim” 2) gente, falar “bill” em uma música já é dar pinta, agora falar “bill” três vezes no refrão?!

Várias outras músicas do Destiny’s Child eram do tipo “sou dona do meu próprio nariz, sou gostosa, sou fodona”. E Beyonça sempre se destacou no trio: a mais bonita, a que cantava melhor. E daí pra uma carreira solo… um pulinho, né?

Perigosa…

Em Crazy in Love, todo mundo assistiu chocado a Beyoncé se jogar no chão de shortinho e salto vermelho. Ela ficou louca! E aí a gente percebeu que aquele arzinho cafona do Destiny’s Child talvez era simpático, talvez era do bem… Ela também usava um vestido todo moderno de cabelo meio geométrico, um casaco de pele com body por baixo e um brincão que devia ser mais pesado que um filhote de raposa e por aí vai. Diva moderna. E a música é tão empolgante que a gente acha que tá meio doido de amor quando escuta. Foda. Do mesmo disco, Dangerously in Love, o clipe de Baby Boy traz a Bee (tem coisa melhor que uma cantora cujo apelido é BEE?) baixando o santo e espalhando areia pra tudo quanto é lado. #PombaGiraFeelings

Insubstituível?

Como nada é perfeito, o segundo disco não era tão cheio de hits quanto o primeiro. Não tinha nenhuma Crazy in Love. Tudo bem. Tinha Irreplaceable, que pra mim é a música do disco, e é muito mais madura do que as da época do Destiny’s Child – tipo, não é simplesmente “sou fodona” mas é um toque do tipo “você não é insubstituível”. E posso ouvir no jeito que Beyonça canta, nas entrelinhas, que nem ela é… nem ninguém. Nem mesmo ela mesma.

jorgebeyonca

Fudeu: a segunda Crazy in Love

Muita gente já tinha percebido que o modelo de diva que Beyoncé assumia era diferente do que a gente estava acostumado do meio dos anos 90 pra cá. Bee não era delicada (e chata) como a Celine Dion, não era teen que nem a Britney e a Christina Aguilera. Sua matriz era mais poderosa, e vinha de antes de Madonna. Inclusive ela mesma sabia… E todo mundo teve certeza que ela era uma Tina Turner nitroglicerinada quando Single Ladies foi lançada.

Com maiô, duas dançarinas ao seu redor e uma coreografia enérgica – e mais nada – Beyonça fez o clipe mais copiado de 2008 e de 2009 também! Um monte de versões surgiram na internet, inclusive com alguns famosos. Ela tinha feito mais um hit que iria agitar a pista tanto quanto Crazy in Love.

Conclusões

Beyonça tem uma mãe de gosto extravagante que faz roupas e tem uma marca (que chama House of Dereon, vai vendo…), uma irmã doidinha que está mais pra Lady Gaga do que pra Beyonça e que também canta (e que é ótima e divertidérrima, a Solange), não é magérrima (aliás, pelo contrário, tem mais curvas do que o showbusiness ousou permitir em uma supercelebridade pós era do heroin chic). Não é muito chegada em badalações – você não vê foto de paparazzi flagrando a fofa se acabando em uma festinha. Aliás, é supercomprometida e, ao que tudo indica, superfamília.

Com tantos fatores que podiam dar errado, parece meio estranho que tudo dê certo. Mas pra mim é tudo muito simples: Bee tem música boa no repertório. E não adianta tentar produzir uma superstar com músicas ruins. Não funciona. Não dura. Eu acho, por exemplo, que a Beyonça no fundo é tão certinha que nunca se permitiria ir na Balada Mixta, porque é de quinta-feira. Mas tudo bem, a gente vai na Balada Mixta por ela e dança as músicas dela.

Jorge Wakabara é jornalista e surpreendentemente não sabe a coreografia de Single Ladies. (NÃO SEI MESMO!)

Balada Mixta

Mensalmente no Estúdio Emme (Pedroso de Morais, 1036, Pinheiros). MUITA música POP! Mande seu nome para a lista amiga (R$ 25) e venha se jogar na pista com Katylene, Pedro Beck, Pomada e seus convidados: baladamixta@gmail.com