Posts Tagged 'música pop'

Balada Mixta – O Rei do Gaga Edition 11/03

Vamos começar essa brincadeyra agropecuária goshtosa?

Como tá essa força? Essa garra? Essa looz? Esse acúmulo? Já pode mixtar de novo?

Seguindo a nossa já famosa linha de temas bizarros que ninguém acredita, nós nos superamos mais uma vez e trazemos pra vocês a BALADA MIXTA O REI DO GAGA EDITION!

O que aconteceria se a família Berdinazzi fizesse uma poker face pros Mezenga? E se a perua Léia não tivesse se entregue ao Bad Romance com o motorista (e espancador de mulheres) Ralf? E se a bóia fria Luana ficasse speechless quando visse esse flyer? Será que estaríamos aqui? Será que o mundo ainda existiria? Ai que loucura!

Então vem com a gentchy nessa emoção, que além do glamour e da tosquice de nossos DJs residentchys Pedro Beck, que acaba de descolorir o bigode, Poms, que admitiu se arrepender da mudança de sexo, e de meem, Katycreuza Beezmarcky, nós receberemos as duas musas que toda borracharia deveria ter: a empresária e consultora jequiti Laís Pattak, que comanda as amadas Killing the Dance! e Flash, e a rainha de bateria do nosso coração, a top DJ Drag Ginger Hot, que faz todo mundo suar o cofrinho na Tunnel.

Tá eshperando o que? Preciso mesmo explicar comofas? Então tá, manda logo os nominhos das penosas que querem pagar só $10 Real-idades pra baladamixta@gmail.com e vem sensualizar com a gentchy! MUAH!

LINE UP:

DJ CONVIDADOS
– Lais Pattak
– Drag Gingerhot

DJ RESIDENTES
– Katylene
– Pedro Beck
– Poms (Funhell)

LISTA AMIGA (R$ 10): BALADAMIXTA@GMAIL.COM
LISTA AMIGA (R$ 10): BALADAMIXTA@GMAIL.COM
LISTA AMIGA (R$ 10): BALADAMIXTA@GMAIL.COM
LISTA AMIGA (R$ 10): BALADAMIXTA@GMAIL.COM
LISTA AMIGA (R$ 10): BALADAMIXTA@GMAIL.COM
LISTA AMIGA (R$ 10): BALADAMIXTA@GMAIL.COM

Flyer: Fabricio Miranda

Balada Mixta @ Funhouse
11 de março, quinta-feira
Rua Bela Cintra, 567

Coluna: Konichiwa, bartender #0

jorgeOi, primeira coluna, né? Quando rolou o convite de escrever aqui fiquei meio assim porque não sabia do que falar. O Pedro me disse que podia falar do que quisesse – mas é esse problema, quando a redação é tema livre tem tudo pra sair uma merda. E enfim, a primeira Balada Mixta nem aconteceu, não sabemos a carinha dela – a promessa é de coisas boas! – mas não tinha referencial nenhum além desses três:

– O Pedro Beck, mas não queria falar do Pedro Beck, já basta ele ser leonino;
– A Katylene, mas não queria falar da Katylene, já basta ela ser taurina e tatuada;
– e a Funhouse em si – qual será o signo da Funhouse?

Aí então o tema dessa primeira coluna é a Funhouse, e o tema das próximas colunas pode vir da própria Balada Mixta (coisas que vi, que ouvi, que pensei por lá) ou das atrações. Combinado?

Bom, a Funhouse é um lugar muito importante pra mim. Sei que a “publicidade” Balada Mixta procura afastar a imagem rocker da Funhouse pra assumir um lado mais pop, mas a verdade é que sempre me atraí pela Funhouse (que a gente chama carinhosamente de fãnhózi) por causa do lado rocker dela. Era o local onde eu ia ouvir Pixies de quinta-feira pra aparecer ressacado no dia seguinte no trabalho. Viu? Algumas coisas não mudam! É isso que a gente vai fazer no dia 11!

Bom, existiram pra mim três fases da Funhouse (deve ser diferente pra cada um, tô falando do meu caso específico). Na primeira a gente ia, dançava músicas de bandas que a gente desconhecia – Da Escócia? Da Islândia? – e cometia delitos do tipo levar um gravador de fita pra balada e fingir que era repórter de uma rádio. Eu e Ana Laura já entrevistamos algumas pessoas na Funhouse. Sério. Nem sei onde está essa fita. Na época, que me lembre, não existia nas imediações nem Exquisito, nem Leblon, nem Geni, nem nada.

Na segunda fase nós (Ana Laura, Bia Bonduki e eu) tínhamos uma banda, Os Princesa, e o show da Funhouse foi um dos melhores que a gente já fez. Nós abrimos pro Bonde das Impostora – foi isso? Eu estava muito bêbado, não lembro direito. Sei que quase entrei em coma alcoólico no palco antes do show começar e escondi uma cerveja de mim mesmo atrás do retorno, depois reencontrei a cerveja no meio do show, depois apareceu uma menina com o cabelo enoooorme e um casaco de pelos enooooorme que simulou sexo oral em mim, depois ela estava do meu lado no palco (?). Depois a gente descobriu que ela se chamava Miki e era americana – ela virou nossa amiga. Dizem que nós estávamos ótimos no show – não me lembro de quase nada, como vocês podem perceber. Até hoje tem gente que chega e pergunta: você não era de uma banda que fez show na Funhouse? Bom, melhor eles lembrarem de um dos melhores shows.

66170978_0254c71099_oEu, Jorge Wakabara em versão irreconhecível

A terceira fase é a que eu dava umas escapadas pra Funhouse escondido de todo mundo com a Monayna (que não tem Twitter). A gente ia – na quinta-feira! – pra OUVIR PIXIES. Não íamos pra paquerar, nem pra conversar. Ficávamos dançando e bebendo caipirinha – e de algum jeito aquele chão xadrez aquecia os nossos coraçõezinhos saudosos de baladas que tocavam Pixies… e bandas desconhecidas da Escócia e da Islândia.

Bom, o mundo gira. Tem também a quarta fase, de agora, que a gente vai pra Funhouse e pode ouvir Lady Gaga – sacrilégio ou novos tempos?

Acho que a Funhouse é geminiana.

Jorge Wakabara é jornalista e te ama.


Balada Mixta

Mensalmente no Estúdio Emme (Pedroso de Morais, 1036, Pinheiros). MUITA música POP! Mande seu nome para a lista amiga (R$ 25) e venha se jogar na pista com Katylene, Pedro Beck, Pomada e seus convidados: baladamixta@gmail.com